Enquanto à minha volta, à medida em que se vai sabendo (que é também à medida em que vou perdendo esperança) todos festejam e ficam "contentes" por "finalmente não estarmos juntos". Eu sinto-me a pior pessoa do mundo...
e não.. não é porque tenha feito alguma coisa de mal.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
Em tom de desabafo...
Não sei o que fazer, ou melhor... não sei como fazê-lo.Ultimamente tenho tido imensas quezílias com o meu rapaz. Muitas. Demais.
Eu gosto mesmo dele e sinto que ele é "o tal".
As nossas últimas discussões têm sido à conta do ambiente em que vivo em casa. Como vou desabafar com ele pronto, a coisa dá-se.
A minhã irmã odeia-me. Trata-te mal, fala-me mal, humilha-me, ofende-me. Principalmente com o tema "namorado", que sabe que é assunto para me deixar para lá de picada. Muitas vezes ocorreu-me dar-lhe um bofetão, mas isso não ia servir de nada, ia iniciar uma luta fisica que não ia ganhar (ela é o dobro de mim em altura) e as coisas não iam ficar resolvidas.
Muitas vezes penso que ela só me trata assim porque tem inveja, mas não vejo do quê: ela tem sido muito bem sucedida nas coisas em que se mete, é gira, sociável, extrovertida, simpática, divertida, tem montes de amigos e namorados não lhe faltam. Os meus pais gostam muito dela e a minha mãe é a sua fã número um. Tanto que as merdas todas que ela faz, a minha mãe tapa os olhos e resmunga comigo (sim, eu levo por tabela.. foi apanhada com um rapaz? Aislin zás trás pás. Fez tatuagens? Aislins zás trás pás. Fugiu com o namorado para passar o fim de semana? Aislin zás trás pás! Eu cá tenho costado para tudo...)
Há quatro anos atrás, quando fui trabalhar para fora fiquei 9 meses a morar noutro sitio e só vinha a casa ao fim de semana, a senhora dona minha irmã tomou conta do estaminé... e quando eu voltei.. bom. O caldo entornou-se porque voltei para tomar conta de um espaço que ela já tomava como dela.
E o problema tornou-se maior porque a minha mãe sempre tomou o seu partido e mesmo vendo todas as porcarias que ela me dizia nunca foi capaz de me defender ou impor-se, porque afinal, dentro da familia há que haver respeito certo?
Agora vem a pergunta... mas porque raio não falas tu Aislin?
Pois, é do meu feitio levar e ficar calada. Não gosto de arranjar problemas e sinceramente? Sempre que me tento defender, seja de quem, nunca consigo argumentar. Chega a hora H e por muita razão que tenha, seja com quem for, perco o piu. Acabou-se... sou uma fraca.
Naturalmente que a pessoa que menos está bem nesta história toda sou eu. Porque levo de todo o lado. Da irmã. Da mãe. Do namorado.
Discutimos e segundo ele, só conhecerá os meus pais, a partir do momento em que a minha mãe (sim, o meu pai não é perdido nem achado nesta história) me começar a respeitar e a tratar no mesmo pé de igualdade com que trata a minha irmã.
Agora, o único sitio onde me sinto bem, que é a seu lado, está-me negado. Enquanto não resolver a minha situação não há mais dormidas na casa dele (da irmã que ele não tem casa).
Uma das hipoteses que ele me pôs foi ir viver com os meus avôs (as únicas pessoas da minha familia que ele conhece) e isso para mim não me parece correcto. Eles não me vão negar tecto mas sair das casa dos meus pais para ir para a dos meus avôs? Que já têm mais de 70 anos? Aturar-me? Levar com as minhas chegadas a casa tardias? A cozinhar, limpar, lavar por mim? (claro que ajudaria mas pronto..) a ter de levar com as noites em que vou dormir fora de casa? Ele não percebe.. ele não percebe que não posso fazer isso. E pior, se as coisas entre mim e a minha mãe vão mal, então iriam piorar de certeza!
A hipotese que eu considero (e naturalmente todos os que me acompanham pensam) é a de eu sair para uma casa própria.
Mas mesmo assim não serve. Eu encontrei um apartamento que consigo pagar a pronto (num sitio mau, uma casa pequena, que precisa de obras mas...), logo não teria renda de casa.
Ele diz que não me apoia nesta decisão, para eu fazer como quiser, mas que não me apoiará nesta, diz que sair de um sitio com problemas para ir arranjar mais problemas é um erro evitável. Que enquanto não conseguir arranjar trabalho certo não me devo meter nessas coisas.
Portanto, estou numa situação de cócó.
Tento não arranjar problemas em lado algum, mas parece que tenho um iman que os atrai.
E agora estou em casa (sim, porque apesar de ele ter estado uma semana fora a trabalhar ontem veio pôr-me a casa) triste, magoada e em agonia total porque não sei como resolver as coisas. Porque sou coninhas (e aqui a minha irmã tem razão sou mesmo coninhas) e não consigo nunca fazer nada de jeito.
Ontem estivemos uma hora a discutir ao telefone, a ter exactamente a mesma conversa de há uma semana atrás, com as mesmas sugestões de resolução dos problemas e com o mesmo final. Ele não verga e diz que enquanto as coisas não estiverem bem não volto a dormir com ele e que apenas estaremos juntos de dia quando pudermos, diz que não quer ser mais o motivo de stress em minha casa.
E pronto... até teria muito mais a escrever... mas isto já vai longo.
Tento pensar positivo... mas está difícil.
Eu gosto mesmo dele e sinto que ele é "o tal".
As nossas últimas discussões têm sido à conta do ambiente em que vivo em casa. Como vou desabafar com ele pronto, a coisa dá-se.
A minhã irmã odeia-me. Trata-te mal, fala-me mal, humilha-me, ofende-me. Principalmente com o tema "namorado", que sabe que é assunto para me deixar para lá de picada. Muitas vezes ocorreu-me dar-lhe um bofetão, mas isso não ia servir de nada, ia iniciar uma luta fisica que não ia ganhar (ela é o dobro de mim em altura) e as coisas não iam ficar resolvidas.
Muitas vezes penso que ela só me trata assim porque tem inveja, mas não vejo do quê: ela tem sido muito bem sucedida nas coisas em que se mete, é gira, sociável, extrovertida, simpática, divertida, tem montes de amigos e namorados não lhe faltam. Os meus pais gostam muito dela e a minha mãe é a sua fã número um. Tanto que as merdas todas que ela faz, a minha mãe tapa os olhos e resmunga comigo (sim, eu levo por tabela.. foi apanhada com um rapaz? Aislin zás trás pás. Fez tatuagens? Aislins zás trás pás. Fugiu com o namorado para passar o fim de semana? Aislin zás trás pás! Eu cá tenho costado para tudo...)
Há quatro anos atrás, quando fui trabalhar para fora fiquei 9 meses a morar noutro sitio e só vinha a casa ao fim de semana, a senhora dona minha irmã tomou conta do estaminé... e quando eu voltei.. bom. O caldo entornou-se porque voltei para tomar conta de um espaço que ela já tomava como dela.
E o problema tornou-se maior porque a minha mãe sempre tomou o seu partido e mesmo vendo todas as porcarias que ela me dizia nunca foi capaz de me defender ou impor-se, porque afinal, dentro da familia há que haver respeito certo?
Agora vem a pergunta... mas porque raio não falas tu Aislin?
Pois, é do meu feitio levar e ficar calada. Não gosto de arranjar problemas e sinceramente? Sempre que me tento defender, seja de quem, nunca consigo argumentar. Chega a hora H e por muita razão que tenha, seja com quem for, perco o piu. Acabou-se... sou uma fraca.
Naturalmente que a pessoa que menos está bem nesta história toda sou eu. Porque levo de todo o lado. Da irmã. Da mãe. Do namorado.
Discutimos e segundo ele, só conhecerá os meus pais, a partir do momento em que a minha mãe (sim, o meu pai não é perdido nem achado nesta história) me começar a respeitar e a tratar no mesmo pé de igualdade com que trata a minha irmã.
Agora, o único sitio onde me sinto bem, que é a seu lado, está-me negado. Enquanto não resolver a minha situação não há mais dormidas na casa dele (da irmã que ele não tem casa).
Uma das hipoteses que ele me pôs foi ir viver com os meus avôs (as únicas pessoas da minha familia que ele conhece) e isso para mim não me parece correcto. Eles não me vão negar tecto mas sair das casa dos meus pais para ir para a dos meus avôs? Que já têm mais de 70 anos? Aturar-me? Levar com as minhas chegadas a casa tardias? A cozinhar, limpar, lavar por mim? (claro que ajudaria mas pronto..) a ter de levar com as noites em que vou dormir fora de casa? Ele não percebe.. ele não percebe que não posso fazer isso. E pior, se as coisas entre mim e a minha mãe vão mal, então iriam piorar de certeza!
A hipotese que eu considero (e naturalmente todos os que me acompanham pensam) é a de eu sair para uma casa própria.
Mas mesmo assim não serve. Eu encontrei um apartamento que consigo pagar a pronto (num sitio mau, uma casa pequena, que precisa de obras mas...), logo não teria renda de casa.
Ele diz que não me apoia nesta decisão, para eu fazer como quiser, mas que não me apoiará nesta, diz que sair de um sitio com problemas para ir arranjar mais problemas é um erro evitável. Que enquanto não conseguir arranjar trabalho certo não me devo meter nessas coisas.
Portanto, estou numa situação de cócó.
Tento não arranjar problemas em lado algum, mas parece que tenho um iman que os atrai.
E agora estou em casa (sim, porque apesar de ele ter estado uma semana fora a trabalhar ontem veio pôr-me a casa) triste, magoada e em agonia total porque não sei como resolver as coisas. Porque sou coninhas (e aqui a minha irmã tem razão sou mesmo coninhas) e não consigo nunca fazer nada de jeito.
Ontem estivemos uma hora a discutir ao telefone, a ter exactamente a mesma conversa de há uma semana atrás, com as mesmas sugestões de resolução dos problemas e com o mesmo final. Ele não verga e diz que enquanto as coisas não estiverem bem não volto a dormir com ele e que apenas estaremos juntos de dia quando pudermos, diz que não quer ser mais o motivo de stress em minha casa.
E pronto... até teria muito mais a escrever... mas isto já vai longo.
Tento pensar positivo... mas está difícil.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
sou mesmo duuuuh!
Ontem fui jantar com um colega da faculdade e estivemos a recordar das minhas paniquices pré-entrega de trabalhos.
Foi então que nos lembrámos da seguinte pérola:
Foi então que nos lembrámos da seguinte pérola:
"Ponto
fulcral nesta obra. Depois de nos ser dada uma ideia geral do que
cada capitulo se trata e avisando que durante a mesma se baseará na
música polifónica francesa e italiana dos séculos XIII, XIV e
inícios do século XV (por serem estes os tópicos com que tem mais
familiaridade), é clara a indignação do autor em dar-se como
verdades os factos inventados a partir da interacção dos materiais
do passado com ideias imaginadas no presente. [ve se queres por aqui
os 4 pontos da musicologia que ta na introdução]
No
primeiro capítulo, com o título The invention of the
voices-and-instruments hypothesis,
é-nos dado a conhecer todos os nomes e todos os argumentos para que
a ideia de que a música polifónica medieval é passível de ser
interpretada por instrumentos, ideia essa alimentada e assente por
todos os que se interessam por música antiga."
Não, não copiei nada, não pedi a ninguém para me fazer o trabalho... Eu pus aquele apontamento para mim e esqueci-me de o apagar.
Não posso reclamar o pequeno 13 que tive...
domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Achei que...
Às vezes acho que já não tenho lições fundamentais a tirar da vida.
Sinto que as mais importantes já as tenho e que já levei porrada mais do que suficiente do universo que me fez aprender e crescer. Sei que há pessoas que essas sim, levaram com mais do que um planeta em cima do corpo e que, essas sim, merecem e podem choramingar. Não estou a querer ultrapassar ninguém, nem achar que sou melhor ou pior que os outros.
Achei que a esta altura, com esta idade e com o tipo de vida que tenho, tinha chegado a hora de me ver recompensada. Não que ache que tenha de ter isto para ser feliz ou sentir-me preenchida, mas porque era algo que gostava mesmo muito.
Na verdade, por esta altura, a minha vida seria muito diferente da que tenho agora. Achei que desta vez sim, é que era e que tudo tinha achado o seu rumo.
Mas afinal...
... tudo sempre acaba por achar o seu modo de me trocar as voltas.
"É a vidinha..."
Sinto que as mais importantes já as tenho e que já levei porrada mais do que suficiente do universo que me fez aprender e crescer. Sei que há pessoas que essas sim, levaram com mais do que um planeta em cima do corpo e que, essas sim, merecem e podem choramingar. Não estou a querer ultrapassar ninguém, nem achar que sou melhor ou pior que os outros.
Achei que a esta altura, com esta idade e com o tipo de vida que tenho, tinha chegado a hora de me ver recompensada. Não que ache que tenha de ter isto para ser feliz ou sentir-me preenchida, mas porque era algo que gostava mesmo muito.
Na verdade, por esta altura, a minha vida seria muito diferente da que tenho agora. Achei que desta vez sim, é que era e que tudo tinha achado o seu rumo.
Mas afinal...
... tudo sempre acaba por achar o seu modo de me trocar as voltas.
"É a vidinha..."
terça-feira, 8 de maio de 2012
vírus
pois pois... fui uma das contempladas!!!!
a semana passada tive um trecolareco no pc... foi bonito foi!
O meu coração é que não achou lá muita piada.
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