quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Um vazio...

Isto hoje está ser mais difícil...
É como que, a cada dia que passa o sinto mais longe de mim.
Não lhe mandei qualquer tipo de mensagem (via telemóvel ou email) porque achei que, como ele me disse que precisava de pensar bem, não quis estar a invadir o espaço dele.
Estes dias estive de cama, e ontem, que foi o pior (porque nos outros ainda consegui sair de casa), não consegui levar o gato da irmã ao veterinário. A minha esperança era de conseguir ir espreitar o quarto dele e ver se as minhas coisas estavam no seu devido lugar, prontas a serem utilizadas e não arrumadas num saco qualquer. Ia à procura de um pouco de esperança...
Tenho o coração apertado. Já não me doi o corpo, doi-me apenas o peito.
Já sofri mais que o suficiente por ele da primeira vez. Durante o ano e meio em que ele esteve desaparecido da minha vida não consegui recuperar, mas estava a fazer um esforço para isso. Depois ele voltou a aparecer. E voltámos a ficar juntos. E estava tudo a correr bem, apesar de ambos sabermos que não ia ser nada fácil.
Eu não tenho dúvidas de que quero ficar a seu lado, que as dificuldades são postas para serem ultrapassadas. Tenho vontade, fé, coragem para lutar pela relação e fazê-la crescer. Estes dias no limbo fizeram-me ponderar uma série de coisas que creio ser fundamentais e que estamos a fazer de errado. Eu quero muito que funcione e estou disposta a isso. Será que ele está?
Esta espera é demais. Nunca mais chega sábado, ou domingo (que nem sei a que horas é suposto ele chegar no sábado e se está com vontade de me ver logo a seguir).
Tenho controlado bastante o impulso de lhe mandar uma pequena mensagem, mas lá está... não quero invadir o ser espaço e tempo de reflexão.
Tinha tanta certeza de que ontem ele iria dar-me noticias... Mas tanta tanta certeza!
E custou-me tanto ver que não, que não tinha nada dele.
Estou triste e o dia hoje vai custar-me a passar...

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Esperança...


É o que tento... ter esperança...
mas hoje está difícil... Muito difícil.
Não tive qualquer tipo de notícias... e ele só volta daqui a 4 dias (vá... 3 e meio...)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

ora vamos lá ver...

- febre - check!
- Dores de cabeça, ouvidos e corpo todo - check!
- Tosse - check!
- espirrar como se não houvesse amanhã - check!
- falar anasalado - check!
- Nariz ao estilo torneira avariada - check!
Ora long time since I saw you senhora gripe!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

que frio...

Depois de três noites sem conseguir dormir decentemente, porque, para além de tudo o que me ocupa a mente neste momento, tenho passado imenso frio. Tenho uns lençois polares, 4 mantas polares, 2 endredons e uma colcha de malha (feita pela minha querida avó) tenho passado um frio que não se entende (notando que o pijama também é polar) de modo que esta manhã, com os olhos pesados, uma dor a latejar nas temporas, os ouvidos a ganir levantei-me.

Aislin - Mãe... há Benuron?
Mãe - Não compraste?
Aislin - Não
Mãe - Ah pois, então não há
Aislin - "$#%#/&#&#)(&("

Vou ao armário buscar o termómetro...
Aislin - Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaae...
Mãe - Que é?
Aislin - 38,64º é febre?
Mãe - É.
Aislin - ah... tão vai comprar benuron vai!

Detesto-me sentir doente.
Mas pronto. A Mãezinha foi comprar os compridos à filhota. Agora já estou pronta para ir trabalhar... (que belas horas :S)

domingo, 19 de fevereiro de 2012

De manhã Aislin acorda assim...


com esperança.
Na última semana e qualquer coisa é assim que acordo.
"Hoje é que é!"
Já ao cair da noite começo a ficar destroçada. Esta espera doi.
E agora ele foi trabalhar uma semana para França.
E sei que vai ser bom para ambos estes dias, para pensar e pôr a cabeça em ordem.
Eu já me decidi, ele sabe que sim. Mas ainda não sei se já se decidiu.
Como podem duas pessoas tão diferentes gostarem-se assim tanto?
Como fazer para a relação funcionar?
Agora provavelmente são questões colocadas muito tardiamente...
*Hope not... really do.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Sei que há dores/aflições bem piores (um beijinhos grande à Miss Worm).
Sei que eventualmente vai deixar de doer... Mas até lá... a dor no peito é bem real e quase não me deixa respirar.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

hm?

Esta manhã acordei comigo a esfregar o polegar no edredon...
Estava a sonhar que estava a lavar uma chávena.

duh!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Mais uma

Greve dos transportes...
Não consigo compactuar com isto.

Ainda nem sei quanto aumentou o meu passe. Para a semana já me assusto!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Taras e Manias #VII

No que diz respeito à cozinha sou como o Ratatui...
Não provo durante a confecção. Apenas cheiro...

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Sou vegetariana.

Not yet...
Não como carne à 9 anos (mais dia menos dia). A verdade é que não lhe sinto falta alguma.
A minha primeira tentativa foi no 2º ciclo (para ai no 9º ano). Fui ao continente do Colombo e comprei uma série de coisas (ai meu rico dinheirinho) que acabaram no lixo de tão intragáveis que eram.
Depois lembro-me de ter tentado no secundário, mas não sei porquê acabei por desistir.
Só quando entrei para a faculdade e de ter feito amizade com vegetarianos é que lá consegui. Já tinha 18 anos, mais força de vontade e mais cabedal para aguentar todas as boquinhas que a familia me ia arranjado para me deitar abaixo ("ooooooh! Tadinha da couve! ela também tem sentimentos!!!").
Enfim. Não foi dificil, mas também não é assim tão fácil.
Primeiro tirei os bifes, os hamburgueres, o frango assado, o chouriço. Durante algum tempo ainda consumia fiambre (era grande adepta de restaurantes chineses e do arroz chau chau...). Depois acabei por tirar todo o tipo de carne.
Nos primeiros anos ainda levei com algumas piadas e com a "inocência" de outros. Quando me perguntam porque deixei de comer carne, simplesmente digo que não gosto ou que me faz alergia. Já me aconteceu tentar defender o meu ponto de vista e acabar uma conversa com o seguinte argumento: "tão mas, quando nós morrermos e formos enterrados eles também nos vão comer! Porque não haveremos de os comer também?". Quando alguma criança me pergunta respondo apenas que não gosto (como explicar as razões éticas? ainda era capaz de ser espancada por algum pai!).
No Verão costumo tocar nas festas populares das aldeias e é sempre uma complicação explicar que não como carne. Apesar de sempre dizer às pessoas que não precisam de se preocupar, que lá me arranjo (pão com tomate! há sempre pão e salada nas mesas...) as pessoas gostam de receber bem e lá me arranjam omoletes com atum, ou filetes, uma lata de atum, peixe cozido...
Uma vez num restaurante do norte disse que não comia carne ao que a senhora respondeu: "não come carne? então e frango? já come? [nop]... aaaaaah... e salsichas? come? [nop] aaaaaaaaaaaah e uma sandes com fiambre? [grrrrrrrrrrrrrrrrrr]"
E ainda nessas minhas idas ao norte (durante os dois primeiros anos) ainda ouvi muitas vezes aquela do: "Não come carne? A sério? Então como faz com o seu namorado? eh eh eh". Primeiro ria muito amareladamente, mas quando começei a responder à badalhoca: "Então, eu não como, mas ele pode comer! eh eh eh", as piadas acabaram. (em Troia sê troiano não é verdade?).
Ainda como peixe, ovos e consumo derivados de leite. Ou melhor, consumi mais até cerca de um ano. Vou sempre reduzindo a quantidade. O grande problema é saber comer. Como substituir a carne? Como me manter nutrida? Por ainda não ter ido a um nutricionista que me direcciona-se nesse sentido fui mantendo algumas coisas (a minha mãe vai perguntado à dela, a senhora diz-lhe para eu não deixar de comer o peixe...).
A parte do leite não foi problema. Não gosto. Pronto. Ainda tentei obrigar-me a gostar de iogurtes, e durante um ano ainda os comi mas já foi esquecida essa ideia. Queijo gosto muito, como muito raramente (e o queijo de soja é tãaaaaaao caro!!!) e manteiga simplesmente deixei de gostar.
Enfim! Hoje é muito fácil aderir a uma alimentação vegetariana! A comida não é sensaborona e sem piada! Nada como ir aos restaurantes vegetarianos que têm opção buffet para tirar a prova dos nove!!! Os hipermercados e supermercados têm prateleiras e zonas apenas para produtos macrobioticos, biológicos e vegetarianos! A net está cheia de informação!
Uma refeição vegetariana por semana já fará diferença!