sexta-feira, 27 de maio de 2011

canções infantis...

é impressão minha ou a canção tradicional "Indo eu a caminho de Viseu" é altamente sugestiva?



deve ser só a minha mente...

quinta-feira, 12 de maio de 2011

2 semanas depois...

ainda é tudo muito cor de rosa.
O cliché do "ele mudou" aqui tem assentado na perfeição. Preocupado, disponivel, sem medo de dizer vezes sem conta o que sente por mim (what? Só nestas duas semanas ouvi mais vezes os seus sentimentos que durante ano e poucos meses que tivemos juntos da primeira vez). E sei que estou maluca. E que todos à minha volta abanam a cabeça em negativo, já a prever que não vai correr assim tão bem.
Pois eu não sei, não faço ideia. Só sei que tenho estado bem, feliz. Não me têm voltado à cabeça as ideias que nasceram quando ele partiu.
Tenho medo e ele sabe, tenho dificuldade em acreditar e ele tem a perfeita noção disso. Mas o sentimento é bem maior. Amo-o. Foi como se nunca nos tivessemos separado. Como pode ser isso possivel?
Estivemos juntos um ano, um ano bom, os três meses que se lhe seguiram não foram tão felizes, cheios de mentiras (aliás, todo o ano foi cheio de mentiras) e dúvidas e desconfianças e medos e... e... e...
E depois ele desapareceu. Eu chorei, eu não comi, doia-me o peito, o corpo todo. Eu não compreendi. Todas as suas incoerências. Umas semanas depois, peguei em tudo o que estava relacionado com ele e dei, guardei longe da vista, meses depois o que ainda tinha, fiz desaparecer. As únicas coisas com que fiquei foi com um livro e um aquecedor pequenino que está na minha sala de aula, para os dias mais agrestes do Inverno.

E um ano e meio depois, como que renascido dos mortos eis que chega, de coração aberto, sem medo de revelar o que lhe vai por dentro, disposto a esclarecer as dúvidas que sempre me ficaram, disposto a desvendar todas as mentiras.
1 de Janeiro de 2011. Uma mensagem com um número que nunca mais pensei voltar a ver. Mas uma sua intenção que não conseguia corresponder. Nunca percebeu o porquê, mas eu nunca conseguiria ser somente sua amiga, daquelas que se telefona para beber um café e pôr a conversa em dia. Ele nunca percebeu e apesar de ter tentado 3 meses eu tive de pôr um ponto final porque afinal a dor de não o poder ter nos meus braços era maior que o contentamento de o voltar a ter um pouco na minha vida. Desta vez fui eu que desapareci.
E um mês e meio depois da minha ausência eis que ele volta, disposto a tudo para tentarmos outra vez.
Não é uma história de fadas e princesas. Mas uma história que quero mesmo acreditar ser possível.
A sensação que tenho hoje é que em Maio de 2009 alguém carregou no botão "pause" e de repente, Abril de 2001 carrega o "play".
E os nossos braços são familiares e os beijos também, e as coisas todas vão surgindo sem que as chamemos e as procuraremos.
E eu quero, peço, rezo, desejo que assim fique por muito muito tempo.

terça-feira, 3 de maio de 2011

2nd chance...

Segundas oportunidades.... Até que ponto as devemos oferecer? Até que ponto as devemos recusar? Eu própria já pedi segundas oportunidades e essas foram-me permitidas. Como as aproveitei não tenho ao certo certeza mas sei que não foi o caso da última vez, porque, há coisas que não se conseguem forçar.

Pediu-me uma segunda oportunidade, um ano e meio depois. Sei que é loucura, lembro-me do que doeu, do que me fez, do que me custou. Mas devemos nós recusar uma segunda oportunidade a quem queremos tanto? A quem descobrimos, depois deste tempo todo, que o sentimento que existia não diminuiu nem um bocadinho?

Eu estou a dar-lhe a segunda oportunidade. Espero que a única. E acredito que vai resultar. Aliás, não pedi eu a todos os Anjos e Santos? Não "rezei" eu tantas noites? Pois aqui está, não a tempo de atenuar a dor aquela dor que me provocou, mas chegou para me voltar a fazer feliz. E é assim que me sinto... Feliz por estar num abraço que me fez tanta falta, por me fazer voltar a sentir tudo o que me rodeia e que estava bloqueado. Como é possível, depois deste tempo todo, o amor continuar assim, tão intacto...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

=)

conversa entre dois alunos:
S. - Sabes? Eu já não preciso ganhar o euro milhões!
G. - Não?
S. - Não. Então olha, já tenho um teclado novo e uma guitarra. Já não preciso de mais nada!

domingo, 24 de abril de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

hmmmm...

Já disse que odeio o meu aniversário? Já já?



Pois... e é hoje... F***

Vou ali afogar as mágoas...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

aniversário

Odeio o meu aniversário. Mesmo. A semana que antecede a data e até uns três ou quatro dias depois o meu humor é nulo. Estou quase a fazer 28 anos e a única coisa que me apetece fazer é desaparecer. Como odeio o meu aniversário... Em 2009 estava a ter um aniversário misto de sentimentos. Estava a trabalhar em Évora, longe dos meus amigos e longe da minha familia. Tinha começado uma relação amorosa à pouco tempo. Fiz anos num dia de semana, uma das minhas tias teve a ideia de me fazer uma surpresa e levou uma parte da familia a Évora para jantar comigo. A minha mãe recusou-se, nesse ano (o ano que mais precisava, o ano que me custou demais porque odiava estar a trabalhar em Évora), os meus pais e minha irmã não me foram ver a Évora e festejar comigo o meu aniversário. ( E nas semanas em que tinha de ficar a trabalhar ao fim de semana os meus pais nunca me foram lá visitar, mesmo quando eu pedia...) Enfim... nesse ano, depois do jantar de aniversário, o meu mais que tudo da altura foi ter comigo perto da meia noite... coitado, quis fazer-me uma surpresa e acabou por voltar para trás, porque eu não ouvi o telefone e portanto não pude dar-lhe um beijinho. Apesar de não ser muito longe de Lisboa, a verdade é que ele foi de propósito, num dia de semana, ter comigo. No ano seguinte nem sequer se esforçou para jantar, não trocou o dia de serviço... durante o ano em que tivemos juntos tinha sido a única coisa que lhe pedi... que gostava muito de jantar com ele nesse dia, pedi-lhe por favor, vê se não ficas de serviço nesse dia, gostava muito de jantar contigo. Foi um dia triste, apesar dos esforços de uma outra tia e da minha irmã em me animar. Deus... Como odeio o meu aniversário... A data também é sinónimo de algum azar... quedas, esmurraços, doenças... Ora caio de cabeça ao chão, ora aparece-me um treçolho, ora aleijo o pé, costas, braços... todos os anos arranjo maneira de me lesionar, se não for lesão é outro azarito qualquer... O que me vale é que até agora têm sido apenas isso, azaritos (se bem que houve um ano em que já suplicava para me levarem ao hospital tal não era a dor no pé, o ano passado, a treinar um individual fui tantas vezes de cara ao chão que festejei o dia com queimaduras na cara à conta do praticável...). Como odeio o meu aniversário. O padrão é quase sempre o mesmo... no inicio do mês a animação é grande! Um dia em que vou receber mimos, e atenção. Faço planos para festejar, vou falando com as pessoas... mas depois chega a semana e o meu humor altera-se, só me apetece mesmo é desaparecer. Fugir, ficar sozinha... E é o que me apetece. O meu aniversário está mesmo aí à porta, até estou de férias e tudo, só gostava de pegar em mim e desaparecer no mundo, para o mundo. Não quero mensagens, não quero telefonemas, não quero beijinhos nem abraços. Apenas que me esqueçam. Como odeio de facto o meu aniversário... Quem me vê pensa que virei doida. Só me apetece chorar. Penso em tudo o que tenho conseguido desde que nasci... e a verdade é que não consegui nada. Vou tendo noticias dos meus amigos mais antigos, uns da primária, outros do 2º ciclo, secundário... e invejo-os. Vou fazer 28 anos: sou licenciada, trabalho desde os 18 (16 anos vá... se contar com esses verões), trabalhei em muitos sitios mas não arranjei um trabalho com ordenado fixo. Vivo em casa dos meus pais. Não tenho uma cara metade e o meu relógio biológico bate cada vez com mais força. Não tenho nada. Nada do que contava ter com esta idade. E isso põe-me muito triste. E todos os dias acordo com vontade de me mudar, para que as coisas começem de facto a acontecer mas falta-me a força de vontade. O meu aniversário está aí mesmo a chegar, daqui a um par de dias e não me apetece fingir sorrisos. Acho que vou ali cortar os pulsos, pôr uma corda ao pescoço ou saltar da ponte. Não me apetece mesmo nada passar aquele dia... [que estupido... eu sei!]

quarta-feira, 13 de abril de 2011

palavra do dia


no dicionário Priberam online


Pornocracia

(porno+cracia)

s.f.

influência das cortesãs no governo da nação.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

note to self


nunca...

mas nunca mais meter a sopa a fazer e vir para a sala "brincar" com o computador.

nunca.


stupid Aislin, stupid!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Falar ao telefone:




pois é... não é preciso um curso superior mas aqui vai:


-Estou sim?

-Estou sim? Bom dia/ Boa Tarde/ Boa noite. Estou a falar para a casa do sr/a X Y Z?

- É sim. / Lamento mas é engano.

- Peço desculpa pelo incomodo (ou então confirma o número e desliga).

OU

- Poderia falar com ele (caso não seja o próprio a atender)? - Sim, concerteza só um momento.

OU

Lamento mas neste momento não se encontra. Deseja deixar recado?

- Sim. Diga que X YZ tentou ligar

OU

- Não deixe estar, eu tento mais tarde/ Amanhã/ para o telemóvel. Com licença. Boa noite/boa tarde/bom dia.


pi pi pi pi pi pi


Complicado? Não me parece. Mas eis a reliquia de à pouco.



Je, acabadinha de chegar, alapando o "fofo" para jantar:


trim trim

Me - Estou sim?

Morcona - ESTTTTOU?

Me - Boa noite.

Morcona - AH! Não é consigo que eu quero falar

Me ( What a Fuck! Mas se nem sabe quem atendeu, nem sabe se é para o número certo como raio sabe que não é comigo???) Pois, então lamento não posso ajudar que não está mais ninguém em casa.

Morcona - ah...

...

...

Je - Então com licença boa noite.

Morcona já a longe - boa noite.



passado 2 segundos - trim trim trim trim...


Nem atendi. Não estou para gente pateta a esta hora da noite. A partir das 21.30 não atendemos telefone cá em casa. Só o fiz porque tirando 2 ou 3 amigos só a familia tem este novo número e como a casa estava vazia quando cheguei pensei que podia ser alguma coisa importante ou emergência. Temos pena. Mas já agora. Que saibam como falar ao telefone sim?