terça-feira, 21 de setembro de 2010

Mais de viagem...

Esta tarde comprei a outra passagem.

No carnaval vou andar por aqui:

Agora não há mais nem meio mas, não há se's nem dúvidas. Não há voltar atrás. Está comprado, está comprado!

Agora é ir! MÁI NADA!!

Próximos passos... Encontrar estadias. Mas só para o mês que vês... que este já fui à falência!

hope so...


Incoerências

E porque recebi a tua carta e li-a. E doeu-me. Foram precisas 4 semanas para voltar a sentir o coração pequenino, sentir a falta do teu ombro e do teu cheiro. (e como o teu perfume me fez sentir no sábado à noite...)
E porque te percebo e sei que tens razão. Fui egoista, sou egoista, exijo sem dar nada em troca.
Só te posso dar razão.
Não sei o que raio me dá, não sei o que raio se passa comigo.
Apesar de gostar de voltar a tentar ( a big mistake, so I heard) mas gostava mesmo de conseguir ter contigo aquilo que mais gostava.
Mas não posso fazer mais mal a quem me quer tão bem.
Preciso de mudar, de me mudar e para isso acho que preciso de estar sozinha. Acho que assim deve ser, se bem que uma mudança com um apoio incondicional ao lado deve funcionar muito melhor.
Não sei o que pensar, não sei o que sentir, não sei o que fazer, por isso acho que me vou fechar aqui, sossegadinha, para não incomodar mais ninguém.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Viagens

Uma já está!

Em Dezembro vou andar por aqui:


E depois vou para aqui:

Corpo II

Pois que me pesei na quinta feira passada e a balança marcava:
58 kg...
Não voltei a pesar... Que este fim de semana houve duas jantaradas e um casamento!
Por isso vou continuar a acreditar que o número 58 ainda existe!

Orgulho e Preconceito


E o que eu já andava doida atrás deste DVD?
Totózisse minha que quando a vi no media mark, por alturas do Natal à dois anos não comprei na esperança que alguém mo oferecesse. Parva! Claro, esgotou e descontinuaram a série! Na quinta feira ao passear-me pela fnac fui espreitar, já habituada ao facto de tal série já não existir, mas sempre na esperança de a encontrar, quando, tcharan! Eis dois exemplares da dita cuja! Nem pensei duas vezes. Afinquei-me à presa, qual rotweiller! E nem quis saber de mais nada! Sai da loja felicissima e passei a sexta feira de cama, com cereais a fazer de pipocas e a deliciar-me com o Mr. Darcy.
Ai ai...

Girly Wish II

Sapatinho feminino...


Andei à rasca à procura de algo elegante e confortável para usar este sábado (o que foi o maior evento de sempre, 5 baptizados e um casamento) e foi o que comprei:
Sapatinho Melissa, comprado na Gardenia por 35€
A tirinha é que me magoa um pouco os dedos do pé. Será que me vai deixar de doer? Eventualmente? É que gostava de usá-los algumas vezes, sem ser em casamentos...





(E os elogios que ouvi? souberam que nem chocolate!)

Relacionamentos.

Não sou experiente quanto ao modo de me relacionar amorosamente. Quer dizer... Já tive os meus namoricos. Daqueles que fazem parte e que nos ajudam a crescer e a conhecer-mo-nos. Bom... tive um amor de adolescente, não um namorico, não uma "curte", um namoro, daqueles à séria, de quase 8 anos, daqueles que nunca sairão da memória. Já fez 2 anos e 7 meses que nos separámos, já tive outras relações no meio. A que se seguiu foi uma relação também à séria. Durou 1 ano e uns trocos, mas conheci com esse nº2 o que não me conheci com o nº1.
Sempre fui muito romântica, muito cor de rosa. Sempre sonhei com um amor dos filmes, com um casamento lindo com tudo o que tenho direito, uma vida a dois. Hoje estou mais ceptica, creio ser normal, afinal, temos de crescer e as ideias vão alterando consoante a nossa idade vai aumentando.
Tive mais duas pessoas entretanto, um que durou pouco mais de um mês, que dizia mil e duas coisas do que iriamos ser e acontecer, mas apanhei-o a mentir, DESCARADAMENTE, mas pronto. Custou porque a sensação de engano doi pa caraças. Mas ainda bem, foi melhor assim. Depois aconteceu o que não queria que acontecesse... Encontrei uma pessoa que achei ser a ideal, o TAL que sempre ouvimos falar que existia. Bom, achei, claro, porque a coisa não deu certo. A verdade é que não consigo ultrapassar e esquecer o nº1. Sonho com ele todas as semanas (bom... nas ultimas três não tenho tido sonhos com ele, será uma melhora?), comparo tudo o que vivemos com o que vivi com outras pessoas. Não há nada como o primeiro grande e sincero amor, certo? Com o número dois sofri horrores, não sabia que alguém nos podia magoar tanto e que uma separação, recheada de mentiras, traições e enganos doesse tanto como me doeu.
Mentia se disse-se que já passou, porque a verdade é que a magoa ainda hoje se mantém... tanto que perdi essa pessoa que entretanto descobri e que me fez pensar que sim, que a pessoa certa existia para mim.
A verdade é que tamanha felicidade durou um par de meses, começei a passar uma fase muito estranha e afastei-me dele. Terminámos mas não o esqueci. Quando me voltei a sentir melhor aproximei-me e voltámos a reatar a relação. Bem pensado? Mal pensado? Não sei, durou mais um mês... voltei a estar esquisita e ele, apesar de saber que podia voltar a acontecer, saltou logo fora. Fez bem, fez muito bem, não o censuro, ressinto, mas não censuro.
Temos amigos em comum, por isso, neste fim de semana, quando fizemos uma sexta e um sabado à noite em honra de um amigo que foi para Madrid trabalhar, tivemos que suportar a presença um do outro. Não foi fácil, nada fácil. Super desconfortável e odiei o jantar e o cafézinho. Estar no mesmo espaço com ele sem sermos nada um ao outro foi de facto estranho. Mas é normal, sei que é normal e que com o tempo vai tudo ao sitio. Mas não me conformo de saber que ele é algo de bom para mim, uma pessoa de confiança, simpático, inteligente, interessado, compreensivo, bom ouvinte, que gosta e vive de música, quase tanto quanto eu. Adora ópera!!! Que hipoteses é que há de isso acontecer?? Tipo, zero? Ele é muito querido mesmo e eu não consegui corresponde-lo.
Às vezes penso que o nº 2 e o que ele me fez, arruinou todas as hipoteses de voltar a ser feliz com outra pessoa. E há quem me diga que ainda não estou resolvida com o nº1. Por isso o número três ficou a perder com esta Aislin, que se tornou fria e que não se consegue dar como ele merecia.
Portanto vou tentar estar sozinha. Redescobrir-me como pessoa a solo. Começar a sentir-me bem como solteira e iniciar uma nova vida que já reclamo desde o início deste ano. Mas sendo totalmente sincera, a idade começa a pesar e o relógio biológico, que teimo em dizer que não existe em mim, às vezes dá sinal. Por isso acho que este factor está associado à frustração de não ter conseguido ir mais avante com esta última relação.
Não sei o que me espera no futuro. Só espero que seja algo de bom...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A girly wish


Gostava de conseguir andar de saltos altos...


Acho que me sentiria mais feminina, mais esbelta, sei lá!


A cena é que me tropeço toda! Pareço uma pata choca a andar!
Mas que andam por aí uns modelitos giros e que me fazem querer experimentar... lá isso há!

Máscara

Às vezes sinto-me uma fraude.

Sinto que não sou aquilo que sou, que me escondo por detrás de uma máscara. Sou o que acho que os outros querem que seja. Sou para os outros e não para mim. Daí muitas vezes o sentimento de frustração por ter desiludido alguém. Até porque, por muito que se tente é impossivel manter uma máscara intacta durante muito tempo, há sempre forma de ela escorregar. Torna-se cansativo, mas ao transportar uma máscara durante tanto tempo, ela entranha-se em nós e às tantas já nem sabemos o que é nosso e o que é fantasioso.

Já há alguns meses que declarei guerra comigo própria numa tentativa de me mudar e de me melhorar como pessoa, amiga, filha, mulher, profissional. Quero ser diferente, quero ser outra. Por isso vou tentar, não sei como, nem sei como se dará a mudança, mas tenho de acreditar que ela se dará.

Mas também me ponho a pensar. E se eu não estiver a transportar assim uma máscara tão pesada? É certo que não a uso para quem me é mais próximo. Aqueles amigos assim do peito, daqueles que estão lá para tudo. Será que também estou a usá-la? Ou consigo ser apenas eu?

A única coisa que sei é que tentar ser quem sou e tentar ser outro só me tem trazido dissabores. Ruindades. Às tantas esta máscara é nada mais que uma maneira de preencher o vazio de não saber quem sou. Dou por mim perdida, porque realmente não faço a mais pequena ideia. Uns dias quero fazer isto, outros aquilo. Uns dias penso que estou bem assim, outros sei que não dá. Acho que o inconformismo permanente é inerente à condição humana, mas de certo que seria bem mais agradável sentir que finalmente há um equilibrio no meu modo de pensar, de agir e viver. É que parece que não, mas este corropio de personalidade, ou melhor, corropio de sentimentos prejudicam-me as relações humanas, sejam elas de que tipo for. A dor de saber que não correspondo é grande, humilhante e desgasta-me.

Já há alguns meses que entrei em guerra comigo própria e, surpresa das surpresas, perco cada batalha a que me proponho, Falta de vontade, falta de força, falta de convicção? Parece um discurso de desiquilibrado mental, provavelmente é o que sou afinal. Uma desiquilibrada mental. Mas ainda mantenho a esperança de que encontrarei o meu lugar no mundo em que vivo e da realidade que me rodeia. Se não, para quê levantar-me todas as manhãs?

Os meses que se aproximam prometem ser diferentes, exigentes. O mestrado, a responsabilidade de me mostrar como aluna para os que apostaram em mim como merecedora da bolsa de investigação. Vou certamente estar de mente ocupada e não terei tempo para continuar a pensar nas parvoices que penso constantemte. Ou se calhar nem são assim tão patetas, estes pensamentes. Who knows? Who cares?

Sinto uma necessidade enorme de me sentir realmente bem, satisfeita, realizada. Falta-me qualquer coisa, só que ainda não descobri o quê. E por isso resolvi que este ano vou fazer coisas. Vou fazer para mim. Egoista? Não sei. Mas acho que tenho de o ser um pouco que seja. Para que não chegue ao final da minha vida, questionando os se's e arrependida de não ter feito mais por mim...