Pois que me pesei na quinta feira passada e a balança marcava:
58 kg...
Não voltei a pesar... Que este fim de semana houve duas jantaradas e um casamento!
Por isso vou continuar a acreditar que o número 58 ainda existe!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Orgulho e Preconceito

E o que eu já andava doida atrás deste DVD?
Totózisse minha que quando a vi no media mark, por alturas do Natal à dois anos não comprei na esperança que alguém mo oferecesse. Parva! Claro, esgotou e descontinuaram a série! Na quinta feira ao passear-me pela fnac fui espreitar, já habituada ao facto de tal série já não existir, mas sempre na esperança de a encontrar, quando, tcharan! Eis dois exemplares da dita cuja! Nem pensei duas vezes. Afinquei-me à presa, qual rotweiller! E nem quis saber de mais nada! Sai da loja felicissima e passei a sexta feira de cama, com cereais a fazer de pipocas e a deliciar-me com o Mr. Darcy.
Ai ai...
Girly Wish II
Sapatinho feminino...
Andei à rasca à procura de algo elegante e confortável para usar este sábado (o que foi o maior evento de sempre, 5 baptizados e um casamento) e foi o que comprei:
Sapatinho Melissa, comprado na Gardenia por 35€
A tirinha é que me magoa um pouco os dedos do pé. Será que me vai deixar de doer? Eventualmente? É que gostava de usá-los algumas vezes, sem ser em casamentos...
(E os elogios que ouvi? souberam que nem chocolate!)
Andei à rasca à procura de algo elegante e confortável para usar este sábado (o que foi o maior evento de sempre, 5 baptizados e um casamento) e foi o que comprei:

Sapatinho Melissa, comprado na Gardenia por 35€
A tirinha é que me magoa um pouco os dedos do pé. Será que me vai deixar de doer? Eventualmente? É que gostava de usá-los algumas vezes, sem ser em casamentos...
(E os elogios que ouvi? souberam que nem chocolate!)
Relacionamentos.
Não sou experiente quanto ao modo de me relacionar amorosamente. Quer dizer... Já tive os meus namoricos. Daqueles que fazem parte e que nos ajudam a crescer e a conhecer-mo-nos. Bom... tive um amor de adolescente, não um namorico, não uma "curte", um namoro, daqueles à séria, de quase 8 anos, daqueles que nunca sairão da memória. Já fez 2 anos e 7 meses que nos separámos, já tive outras relações no meio. A que se seguiu foi uma relação também à séria. Durou 1 ano e uns trocos, mas conheci com esse nº2 o que não me conheci com o nº1.
Sempre fui muito romântica, muito cor de rosa. Sempre sonhei com um amor dos filmes, com um casamento lindo com tudo o que tenho direito, uma vida a dois. Hoje estou mais ceptica, creio ser normal, afinal, temos de crescer e as ideias vão alterando consoante a nossa idade vai aumentando.
Tive mais duas pessoas entretanto, um que durou pouco mais de um mês, que dizia mil e duas coisas do que iriamos ser e acontecer, mas apanhei-o a mentir, DESCARADAMENTE, mas pronto. Custou porque a sensação de engano doi pa caraças. Mas ainda bem, foi melhor assim. Depois aconteceu o que não queria que acontecesse... Encontrei uma pessoa que achei ser a ideal, o TAL que sempre ouvimos falar que existia. Bom, achei, claro, porque a coisa não deu certo. A verdade é que não consigo ultrapassar e esquecer o nº1. Sonho com ele todas as semanas (bom... nas ultimas três não tenho tido sonhos com ele, será uma melhora?), comparo tudo o que vivemos com o que vivi com outras pessoas. Não há nada como o primeiro grande e sincero amor, certo? Com o número dois sofri horrores, não sabia que alguém nos podia magoar tanto e que uma separação, recheada de mentiras, traições e enganos doesse tanto como me doeu.
Mentia se disse-se que já passou, porque a verdade é que a magoa ainda hoje se mantém... tanto que perdi essa pessoa que entretanto descobri e que me fez pensar que sim, que a pessoa certa existia para mim.
A verdade é que tamanha felicidade durou um par de meses, começei a passar uma fase muito estranha e afastei-me dele. Terminámos mas não o esqueci. Quando me voltei a sentir melhor aproximei-me e voltámos a reatar a relação. Bem pensado? Mal pensado? Não sei, durou mais um mês... voltei a estar esquisita e ele, apesar de saber que podia voltar a acontecer, saltou logo fora. Fez bem, fez muito bem, não o censuro, ressinto, mas não censuro.
Temos amigos em comum, por isso, neste fim de semana, quando fizemos uma sexta e um sabado à noite em honra de um amigo que foi para Madrid trabalhar, tivemos que suportar a presença um do outro. Não foi fácil, nada fácil. Super desconfortável e odiei o jantar e o cafézinho. Estar no mesmo espaço com ele sem sermos nada um ao outro foi de facto estranho. Mas é normal, sei que é normal e que com o tempo vai tudo ao sitio. Mas não me conformo de saber que ele é algo de bom para mim, uma pessoa de confiança, simpático, inteligente, interessado, compreensivo, bom ouvinte, que gosta e vive de música, quase tanto quanto eu. Adora ópera!!! Que hipoteses é que há de isso acontecer?? Tipo, zero? Ele é muito querido mesmo e eu não consegui corresponde-lo.
Às vezes penso que o nº 2 e o que ele me fez, arruinou todas as hipoteses de voltar a ser feliz com outra pessoa. E há quem me diga que ainda não estou resolvida com o nº1. Por isso o número três ficou a perder com esta Aislin, que se tornou fria e que não se consegue dar como ele merecia.
Portanto vou tentar estar sozinha. Redescobrir-me como pessoa a solo. Começar a sentir-me bem como solteira e iniciar uma nova vida que já reclamo desde o início deste ano. Mas sendo totalmente sincera, a idade começa a pesar e o relógio biológico, que teimo em dizer que não existe em mim, às vezes dá sinal. Por isso acho que este factor está associado à frustração de não ter conseguido ir mais avante com esta última relação.
Não sei o que me espera no futuro. Só espero que seja algo de bom...
Sempre fui muito romântica, muito cor de rosa. Sempre sonhei com um amor dos filmes, com um casamento lindo com tudo o que tenho direito, uma vida a dois. Hoje estou mais ceptica, creio ser normal, afinal, temos de crescer e as ideias vão alterando consoante a nossa idade vai aumentando.
Tive mais duas pessoas entretanto, um que durou pouco mais de um mês, que dizia mil e duas coisas do que iriamos ser e acontecer, mas apanhei-o a mentir, DESCARADAMENTE, mas pronto. Custou porque a sensação de engano doi pa caraças. Mas ainda bem, foi melhor assim. Depois aconteceu o que não queria que acontecesse... Encontrei uma pessoa que achei ser a ideal, o TAL que sempre ouvimos falar que existia. Bom, achei, claro, porque a coisa não deu certo. A verdade é que não consigo ultrapassar e esquecer o nº1. Sonho com ele todas as semanas (bom... nas ultimas três não tenho tido sonhos com ele, será uma melhora?), comparo tudo o que vivemos com o que vivi com outras pessoas. Não há nada como o primeiro grande e sincero amor, certo? Com o número dois sofri horrores, não sabia que alguém nos podia magoar tanto e que uma separação, recheada de mentiras, traições e enganos doesse tanto como me doeu.
Mentia se disse-se que já passou, porque a verdade é que a magoa ainda hoje se mantém... tanto que perdi essa pessoa que entretanto descobri e que me fez pensar que sim, que a pessoa certa existia para mim.
A verdade é que tamanha felicidade durou um par de meses, começei a passar uma fase muito estranha e afastei-me dele. Terminámos mas não o esqueci. Quando me voltei a sentir melhor aproximei-me e voltámos a reatar a relação. Bem pensado? Mal pensado? Não sei, durou mais um mês... voltei a estar esquisita e ele, apesar de saber que podia voltar a acontecer, saltou logo fora. Fez bem, fez muito bem, não o censuro, ressinto, mas não censuro.
Temos amigos em comum, por isso, neste fim de semana, quando fizemos uma sexta e um sabado à noite em honra de um amigo que foi para Madrid trabalhar, tivemos que suportar a presença um do outro. Não foi fácil, nada fácil. Super desconfortável e odiei o jantar e o cafézinho. Estar no mesmo espaço com ele sem sermos nada um ao outro foi de facto estranho. Mas é normal, sei que é normal e que com o tempo vai tudo ao sitio. Mas não me conformo de saber que ele é algo de bom para mim, uma pessoa de confiança, simpático, inteligente, interessado, compreensivo, bom ouvinte, que gosta e vive de música, quase tanto quanto eu. Adora ópera!!! Que hipoteses é que há de isso acontecer?? Tipo, zero? Ele é muito querido mesmo e eu não consegui corresponde-lo.
Às vezes penso que o nº 2 e o que ele me fez, arruinou todas as hipoteses de voltar a ser feliz com outra pessoa. E há quem me diga que ainda não estou resolvida com o nº1. Por isso o número três ficou a perder com esta Aislin, que se tornou fria e que não se consegue dar como ele merecia.
Portanto vou tentar estar sozinha. Redescobrir-me como pessoa a solo. Começar a sentir-me bem como solteira e iniciar uma nova vida que já reclamo desde o início deste ano. Mas sendo totalmente sincera, a idade começa a pesar e o relógio biológico, que teimo em dizer que não existe em mim, às vezes dá sinal. Por isso acho que este factor está associado à frustração de não ter conseguido ir mais avante com esta última relação.
Não sei o que me espera no futuro. Só espero que seja algo de bom...
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A girly wish
Máscara
Às vezes sinto-me uma fraude.
Sinto que não sou aquilo que sou, que me escondo por detrás de uma máscara. Sou o que acho que os outros querem que seja. Sou para os outros e não para mim. Daí muitas vezes o sentimento de frustração por ter desiludido alguém. Até porque, por muito que se tente é impossivel manter uma máscara intacta durante muito tempo, há sempre forma de ela escorregar. Torna-se cansativo, mas ao transportar uma máscara durante tanto tempo, ela entranha-se em nós e às tantas já nem sabemos o que é nosso e o que é fantasioso.
Já há alguns meses que declarei guerra comigo própria numa tentativa de me mudar e de me melhorar como pessoa, amiga, filha, mulher, profissional. Quero ser diferente, quero ser outra. Por isso vou tentar, não sei como, nem sei como se dará a mudança, mas tenho de acreditar que ela se dará.
Mas também me ponho a pensar. E se eu não estiver a transportar assim uma máscara tão pesada? É certo que não a uso para quem me é mais próximo. Aqueles amigos assim do peito, daqueles que estão lá para tudo. Será que também estou a usá-la? Ou consigo ser apenas eu?
A única coisa que sei é que tentar ser quem sou e tentar ser outro só me tem trazido dissabores.
Ruindades. Às tantas esta máscara é nada mais que uma maneira de preencher o vazio de não saber quem sou. Dou por mim perdida, porque realmente não faço a mais pequena ideia. Uns dias quero fazer isto, outros aquilo. Uns dias penso que estou bem assim, outros sei que não dá. Acho que o inconformismo permanente é inerente à condição humana, mas de certo que seria bem mais agradável sentir que finalmente há um equilibrio no meu modo de pensar, de agir e viver. É que parece que não, mas este corropio de personalidade, ou melhor, corropio de sentimentos prejudicam-me as relações humanas, sejam elas de que tipo for. A dor de saber que não correspondo é grande, humilhante e desgasta-me.
Já há alguns meses que entrei em guerra comigo própria e, surpresa das surpresas, perco cada batalha a que me proponho, Falta de vontade, falta de força, falta de convicção? Parece um discurso de desiquilibrado mental, provavelmente é o que sou afinal. Uma desiquilibrada mental. Mas ainda mantenho a esperança de que encontrarei o meu lugar no mundo em que vivo e da realidade que me rodeia. Se não, para quê levantar-me todas as manhãs?
Os meses que se aproximam prometem ser diferentes, exigentes. O mestrado, a responsabilidade de me mostrar como aluna para os que apostaram em mim como merecedora da bolsa de investigação. Vou certamente estar de mente ocupada e não terei tempo para continuar a pensar nas parvoices que penso constantemte. Ou se calhar nem são assim tão patetas, estes pensamentes. Who knows? Who cares?
Sinto uma necessidade enorme de me sentir realmente bem, satisfeita, realizada. Falta-me qualquer coisa, só que ainda não descobri o quê. E por isso resolvi que este ano vou fazer coisas. Vou fazer para mim. Egoista? Não sei. Mas acho que tenho de o ser um pouco que seja. Para que não chegue ao final da minha vida, questionando os se's e arrependida de não ter feito mais por mim...
Sinto que não sou aquilo que sou, que me escondo por detrás de uma máscara. Sou o que acho que os outros querem que seja. Sou para os outros e não para mim. Daí muitas vezes o sentimento de frustração por ter desiludido alguém. Até porque, por muito que se tente é impossivel manter uma máscara intacta durante muito tempo, há sempre forma de ela escorregar. Torna-se cansativo, mas ao transportar uma máscara durante tanto tempo, ela entranha-se em nós e às tantas já nem sabemos o que é nosso e o que é fantasioso.
Já há alguns meses que declarei guerra comigo própria numa tentativa de me mudar e de me melhorar como pessoa, amiga, filha, mulher, profissional. Quero ser diferente, quero ser outra. Por isso vou tentar, não sei como, nem sei como se dará a mudança, mas tenho de acreditar que ela se dará.
Mas também me ponho a pensar. E se eu não estiver a transportar assim uma máscara tão pesada? É certo que não a uso para quem me é mais próximo. Aqueles amigos assim do peito, daqueles que estão lá para tudo. Será que também estou a usá-la? Ou consigo ser apenas eu?
A única coisa que sei é que tentar ser quem sou e tentar ser outro só me tem trazido dissabores.
Ruindades. Às tantas esta máscara é nada mais que uma maneira de preencher o vazio de não saber quem sou. Dou por mim perdida, porque realmente não faço a mais pequena ideia. Uns dias quero fazer isto, outros aquilo. Uns dias penso que estou bem assim, outros sei que não dá. Acho que o inconformismo permanente é inerente à condição humana, mas de certo que seria bem mais agradável sentir que finalmente há um equilibrio no meu modo de pensar, de agir e viver. É que parece que não, mas este corropio de personalidade, ou melhor, corropio de sentimentos prejudicam-me as relações humanas, sejam elas de que tipo for. A dor de saber que não correspondo é grande, humilhante e desgasta-me.Já há alguns meses que entrei em guerra comigo própria e, surpresa das surpresas, perco cada batalha a que me proponho, Falta de vontade, falta de força, falta de convicção? Parece um discurso de desiquilibrado mental, provavelmente é o que sou afinal. Uma desiquilibrada mental. Mas ainda mantenho a esperança de que encontrarei o meu lugar no mundo em que vivo e da realidade que me rodeia. Se não, para quê levantar-me todas as manhãs?
Os meses que se aproximam prometem ser diferentes, exigentes. O mestrado, a responsabilidade de me mostrar como aluna para os que apostaram em mim como merecedora da bolsa de investigação. Vou certamente estar de mente ocupada e não terei tempo para continuar a pensar nas parvoices que penso constantemte. Ou se calhar nem são assim tão patetas, estes pensamentes. Who knows? Who cares?
Sinto uma necessidade enorme de me sentir realmente bem, satisfeita, realizada. Falta-me qualquer coisa, só que ainda não descobri o quê. E por isso resolvi que este ano vou fazer coisas. Vou fazer para mim. Egoista? Não sei. Mas acho que tenho de o ser um pouco que seja. Para que não chegue ao final da minha vida, questionando os se's e arrependida de não ter feito mais por mim...
weekend
Os fins de semana são do pior!
Só jantares e petiscadas e tentações acima de tentações...
Escusado será dizer que o top da fraqueza me pertenceu! De modo que nem me pesei esta semana!!! (malditos restaurantes buffet!!!)
Mas compensou pelos programitas!
Irish music e Quinta da Regaleira. Foi sem dúvida um fim de semana diferente!
Excelente! Excelente!
Só jantares e petiscadas e tentações acima de tentações...
Escusado será dizer que o top da fraqueza me pertenceu! De modo que nem me pesei esta semana!!! (malditos restaurantes buffet!!!)
Mas compensou pelos programitas!
Irish music e Quinta da Regaleira. Foi sem dúvida um fim de semana diferente!
Excelente! Excelente!
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Reconciliações
Parece que ela se entendeu com ele.
Ele arrependeu-se no minuto a seguir.
Está disposto a emendar-se e a esforçar-se pela relação. Vão falar sobre o que aconteceu e o que precisam de trabalhar.
E apesar de eu saber que ela está nas suas sete quintas da felicidade, eu estou aqui com o coração apertadinho. E se volta ao mesmo? As lágrimas que ela voltará a derramar? Mas com o dobro do sofrimento?
Ela diz que ele voltou ao que era. Eu sei de antemão que as coisas nunca mais vão ser as mesmas. Mas ela não me quis ouvir. E tenho medo que ela se desiluda novamente. Sei que não me devia meter e não me meto. Mas tenho uma vontade enorme de lhe dizer para ela ter cuidado. Que a confiança, uma vez abalada, dificilmente é reconstituida, ou melhor, que vai ser um processo longo. Ela não quer saber e eu percebo. Eu também não quis saber. O depois e o definitivo é que me custou muito mais. Espero que para ela seja o contrário. Não, para ela vai ser mesmo o oposto. Vai tudo correr bem e vou ser "tia" em breve! Vai ser isso mesmo. Vai ter de ser....
Ele arrependeu-se no minuto a seguir.
Está disposto a emendar-se e a esforçar-se pela relação. Vão falar sobre o que aconteceu e o que precisam de trabalhar.
E apesar de eu saber que ela está nas suas sete quintas da felicidade, eu estou aqui com o coração apertadinho. E se volta ao mesmo? As lágrimas que ela voltará a derramar? Mas com o dobro do sofrimento?
Ela diz que ele voltou ao que era. Eu sei de antemão que as coisas nunca mais vão ser as mesmas. Mas ela não me quis ouvir. E tenho medo que ela se desiluda novamente. Sei que não me devia meter e não me meto. Mas tenho uma vontade enorme de lhe dizer para ela ter cuidado. Que a confiança, uma vez abalada, dificilmente é reconstituida, ou melhor, que vai ser um processo longo. Ela não quer saber e eu percebo. Eu também não quis saber. O depois e o definitivo é que me custou muito mais. Espero que para ela seja o contrário. Não, para ela vai ser mesmo o oposto. Vai tudo correr bem e vou ser "tia" em breve! Vai ser isso mesmo. Vai ter de ser....
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Já não acredito no amor...
Já não acreditava muito. A verdade é que a vida não me tem presenteado com bons exemplares no campo. Tive algumas desilusões. Mas ver a minha melhor amiga, que é modelo perfeito para mim em tudo, com um amor daqueles fazia-me acreditar que a minha vez também iria chegar...
Eles estavam juntos à mais de 5 anos. Tinham a vida planeada e uma casa para construir.
Ontem tinha em frente uma amiga destruida, vazia, de rastos, em pânico, perdida... Reconheço o sentimento e sei o que custa a passar. Foi como uma facada nas costas. Ninguém esperava um desfecho daqueles, apesar de estar a reconhecer todos aqueles "sintomas" pelos quais já tinha passado. Foi como rever um filme e não poder dizer nada à protagonista por não saber se o desfecho no filme dela iria ser igual ao do meu. Não queria cortar-lhe a esperança, ou não queria ser negativista, mas se calhar era o que devia ter feito, não sei.
Corta-se-me o coração vê-la a sofrer assim, saber que ela está tão mal. Instinto maternal ou não, queria apenas protegê-la e tirar-lhe toda aquela dor. Não sei o que poderei eu fazer para que ela cure rápido. Pior é saber que ela está a pensar que a culpa é dela, que o problema está nela. Quando sei que assim não é. Que o mais provável é ele ter encontrado outra pessoa que o deixou com dúvidas e nem se deu ao trabalho de lutar por uma relação de 5 anos e meio e uma vida que planeavam em comum. Bom... pois agora pode experimentar outras saias. Mas sei que ela, a minha Mana de coração, vai demorar a sarar.
Só espero que ela não fique como eu estou agora, uma "pedra de gelo" (mais concretamente a rainha do gelo como me chamaram recentemente). Espero que ela saiba a pessoa maravilhosa que é e que este periodo negro saia rápido da sua vida. Mesmo rápido...
Eles estavam juntos à mais de 5 anos. Tinham a vida planeada e uma casa para construir.
Ontem tinha em frente uma amiga destruida, vazia, de rastos, em pânico, perdida... Reconheço o sentimento e sei o que custa a passar. Foi como uma facada nas costas. Ninguém esperava um desfecho daqueles, apesar de estar a reconhecer todos aqueles "sintomas" pelos quais já tinha passado. Foi como rever um filme e não poder dizer nada à protagonista por não saber se o desfecho no filme dela iria ser igual ao do meu. Não queria cortar-lhe a esperança, ou não queria ser negativista, mas se calhar era o que devia ter feito, não sei.
Corta-se-me o coração vê-la a sofrer assim, saber que ela está tão mal. Instinto maternal ou não, queria apenas protegê-la e tirar-lhe toda aquela dor. Não sei o que poderei eu fazer para que ela cure rápido. Pior é saber que ela está a pensar que a culpa é dela, que o problema está nela. Quando sei que assim não é. Que o mais provável é ele ter encontrado outra pessoa que o deixou com dúvidas e nem se deu ao trabalho de lutar por uma relação de 5 anos e meio e uma vida que planeavam em comum. Bom... pois agora pode experimentar outras saias. Mas sei que ela, a minha Mana de coração, vai demorar a sarar.
Só espero que ela não fique como eu estou agora, uma "pedra de gelo" (mais concretamente a rainha do gelo como me chamaram recentemente). Espero que ela saiba a pessoa maravilhosa que é e que este periodo negro saia rápido da sua vida. Mesmo rápido...
terça-feira, 7 de setembro de 2010
"Quando deixar de gritar contigo..."

"... é porque já não quero saber mais de ti."
É tão dificil lembrar disso...
Seja numa relação amorosa, seja na relação pai e filho ou numa de aluno professor.
Se me chateio, se estrebucho, se grito, se me zango com alguém, é porque me preocupo.
Se não me fizesse diferença. Virava costas e pronto...
(e eu nem falei sequer. Por isso não me fazia qualquer mossa...)
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